Feijó: “Quantos Salvadores foram para dentro de um camburão e não voltaram?”

“Artista não é bandido”

A gente trabalha com a questão da liberdade de expressão. A nossa revolta e a nossa manifestação através da arte (…) As pessoas acham que podem invalidar a nossa luta, sem saber que nos do movimento hop-hop somos unidos, tá ligado? E nós estamos um pelo outro tá”, disse o Mano Feijó no evento Mar de Monstros realizado nesse sábado, 27, no Ted’s Pub, em Cariacica.

O apresentador do evento se referia a prisão violenta, arbitrária e completamente desproporcional ao clima da abordagem do artista Salvador (SP) – como mostram os vídeos.

Um ataque à liberdade, à arte e à democracia. Quem pensa diferente, toda à liberdade se pensar diferente – mas nos Jardins paulistas a abordagem é completamente diferente. Mas é pocas ideias.

“O que aconteceu com Salvador acontece com todos os jovens de periferia que são inteligentes, tá ligado? (…) Agora, a gente tem medo de ir de ir embora, mas a gente não tem medo de ser assaltado, temos medo de ser reprimido e confundido com bandido (…). A nossa mãe tem medo que a gente vai para rua e não conseguir voltar”, falou Feijó.

E completou, “ele conseguiu se livrar porque hoje ele é um artista que tá no corre, que tem pessoas por eles, tem advogado, mas quantos Salvadores foram para dentro de um camburão e não voltaram?”.

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