Os zines da editora Artevista

O escritor e fundador, Bantu do Gueto, 22, destaca que a expressão através do zine é plural e livre. “Quando conheci a capela percebi a semelhança com o universo dos zines. Pois nos dois você cria o ritmo e vem de dentro pra fora”, afirmou

Se suas tracks não tão embalando mas tem certeza que tem letras boas, a literatura pode ser um bom caminho para aproveitar o seu conteúdo e mostrá-lo para o mundo.

E formato zine, publicação de folha A4 dobrada, pode ser uma experiência e alternativa de publicar suas ideias na cena capixaba.

Buntu do Gueto, 22, escritor capixaba

O escritor e fundador da Editora Artevista, Bantu do Gueto, 22, destaca que a expressão através do zine é plural e livre. “Eu sonhava em cantar mas muita dificuldade com ritmos. Quando conheci a capela percebi a semelhança com o universo dos zines. Pois nos dois você cria o ritmo e vem de dentro pra fora”, disse.

A sua editora, tem como área de maior influência a 5ª Região de Vila Velha, tem pouco mais de dois anos e já publicou 15 obras de artistas capixabas.

“O gosto amargo do alívio”

Ele próprio tem um zine publicado chamado Sobre Antenas, Limões e Outras (F)Utilidades – que você pode comprar entrando em contato com o artista pelo Instagram.

“A Editora Artevista é especializada em Fanzines, teve seu nascimento a partir do Slam Artevista. (…) Ela foi criada para ser acessível e servir de suporte para que os poetas ganhem um pouco de autonomia”, compartilhou.

As 11 páginas são ilustradas com poemas e poesias – como Véu Negro, Gudang Garam e Caçador de Referência fazem parte do trabalho.

Porque você não se arrisca no universo da literatura capixaba?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.