AKA Magra, a mais nova trapper capixaba

A artista promete um EP para o segundo semestre deste ano

Todos os anos a cegonha do hip-hop traz do armazém da criatividade um novo artista. Volta e meia ela deixa caras novas e com talento em potencial nascem em terras capixabas – Saiter, Afronta, Beth MC, SMG, Maffesi, Shoy e os CL$ são exemplos disso.

Neste mês de fevereiro, uma nova artista subiu para as nuvens dos principais serviços de streaming do mundo, a rapper de Maria Ortiz, em Vitória, AKA Magra.

Sob a tutela da Black Soul Records, selo responsável pela produção do som de estreia da artista No Cap, ela chega na cena sob as influências certas e já mira um álbum para o segundo semestre deste ano de 2021.

“Para a minha mixtape, eu quero passar a realidade da periferia da onde eu moro. Vai ser algo que vai surpreender, porque vai ser literalmente uma mix de vertentes musicais do rap. Um pouco de love song, um pouco de plug, um pouco de trap e um pouco de tudo”, adiantou a artista para o HypES Magazine. Ainda sem nome, ela promete de cinco a seis faixas com bastante feat – mas só adiantou um: com o MC Maningo.

Autores da primavera

O ritmo de trabalho do selo Setor Proibido, responsável por obras e lançamentos de artistas importantes para a nossa cena (como o EP “Mundo Negro”, de Axânt, e a franquia “Primavera Fascista”) tem enxergado algo em AKA Magra.

“Eu conhecia alguns membros de lá. Depois de um tempo fui me aproximando mais e a Mary Jane foi a que abraçou meu corre e rolou a captação de voz lá cm ela”, compartilhou Magra.

Ainda é cedo para dizer mas depois que alguns dos principais trappers e pluggers (mais undergrounds) perderam um pouco a força, a cena capixaba necessita sangue novo.

Foto: divulgação da artista.

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